“O Mundo é pequeno” – Um dos colossais mas tão verdadeiros clichés que nos chegam aos ouvidos todos os dias.
Torna-se, por vezes, assustador. Cada coincidência na área das relações interpessoais e recíprocas é um passo mais próximo para a comprovação da teoria “5 steps to Kevin Bacon”. Ou, para a história ser verídica, os “3 steps to Lisa Minelli”:
1. Eu conheço o Pedro.
2. O Pedro foi a Nova Iorque com os pais.
3. Iam todos na rua e quem é que os pais do Pedro vêem? A Lisa Minelli!
Pimba. Toda uma teoria empiricamente comprovada.
Isto passa-se de uma forma muito mais intensa e concentrada num meio claustrofobicamente pequeno como… sei lá… Massamá.
No Verão fui passar férias a uma aldeia no sul de França, uma coisa mesmo pequenina, que se percorria na totalidade em 10, 15 minutos no máximo. Essa aldeia tem pessoas do mundo INTEIRO e quem é que eu encontro? Uma vizinha minha que vem quase todos os dias comigo no autocarro. É, ou não é extraordinário? Secalhar não… mas decidi partilhar à mesma. Não me canso desta história. Fiquei mesmo surpreendida.
Vizinha: se me está a ler e se se reconhece nesta história, um “olá” para si, já que só trocámos sorrisos timidos quando nos encontravamos na fila da refeição, ou em sessões de conversa sobre “Como criar bases sólidas na construção de uma família”. (Sim, fui-me meter num sítio estranho).

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